Trachemys scripta scripta

trachemys_scripta_scripta

Nome Comum: Tartaruga de orelhas amarelas.

Caracteres chave: Mancha amarela em forma de “S” nas faces. Plastrão de cor amarela, com manchas negras nas margens.

Descrição: Tartaruga de tamanho médio, sendo que as fêmeas (entre os 20 e os 33cm) são normalmente maiores que os machos (entre os 13 e os 23cm). Carapaça de cor castanha e negra, apresentando riscas amarelas. A pele é de cor verde azeitona, com traços amarelos no pescoço e patas. O plastrão é de cor amarela com manchas negras ao longo das margens. Os machos adultos tendem a escurecer à medida que envelhecem.

Esperança média de vida: superior a 30 anos em habitat natural, e a 40 em cativeiro.

Espécies similares: Trachemys scripta elegans e Trachemys scripta troostii.

Comportamento: É considerada uma tartaruga diurna, alimentando-se de manhã e expondo-se ao sol durante o resto do dia.

Habitat: Populações consideráveis da espécie aparecem em zonas de água doce (rios, lagoas, ribeiros, etc.), com correntes moderadas, bastantes algas e vegetação abundante, especialmente a flutuante que a protege de predadores.

Alimentação: Espécie omnívora, alimentando-se de plantas e animais. Em jovens têm tendência para se alimentarem sobretudo de proteína animal que encontram em invertebrados aquáticos, peixes e moluscos, contudo à medida que crescem vão incorporando os vegetais na dieta.

Reprodução: O acasalamento ocorre da primavera ao outono, sendo esta espécie passível de se cruzar com outras espécies de Trachemys scripta, como a elegans por exemplo. A cópula acontece na água, sendo necessária uma zona de terra ou areia, para que as fêmeas depositem os ovos em cada postura, normalmente de 6 a 10 ovos cada. O período de incubação dura normalmente de 2 a 3 meses. Os ovos incubados a 27ºC ou menos são predominantemente machos, ao passo que os incubados acima de 30ºC são fêmeas.

Estado de conservação: são comuns do sudeste da Virgínia e norte da Florida, apesar de afetadas pela poluição, proliferação de barragens e açudes que lhe destroem o seu habitat natural, especialmente as zonas de alimentação e desova.

email

Deixe uma resposta